segunda-feira, 5 de maio de 2014

Purpurina

Como purpurina
Quando como vento sinto medo, me afasto
Quando junta todo o amor, ela brilha

Mas purpurina solta se perde a voar 
Sem cuidado, por entre os dedos escapa
E que mãos a possa segurar?
Se sem companhia, sua alegria logo passa?

Suas lágrimas brilham como purpurina

De medo, de medo de te amar
E se com um sopro, você a desfaz?
Como ela poderá voltar?

Salva ela da falta de cor
Ela reluz ao ver seu olhar
Salva-a do medo, da dor
Não há nada mais que ela amaria
Do que poder te amar.

Lily.

Um comentário:

  1. Seu blog é encantador, estive a ver e ler algumas coisas, não li muito, porque espero voltar mais algumas vezes,mas deu para ver a sua dedicação e sempre a prendemos ao ler blogs como o seu. Se me der a honra de visitar e ler algumas coisas no Peregrino e servo ficarei radiante, e se desejar deixe um comentário. Abraço fraterno.António.
    António.

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