sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Personalidade como justificativa para ações erradas

“Temos que entender a personalidade da pessoa.” - Essa foi a frase que escutei nos últimos dias.

Se é rebelde, nervosa, irritada, não gosta de conversa, quer se isolar – será que podemos considerar essa a personalidade e traduzir como justificativa para ações de alguém?

Motivos? Sim. Mas não considero ser justificativa para os atos.

Seria como concordarmos que um ladrão pode ter seu álibi e aprovado como correto porque sua personalidade é ser uma pessoa furtiva.


“Será que as pessoas desfrutam o melhor da minha personalidade?” – Já se perguntaram isso?


Assim como quando crianças somos ensinados a ser educados, a aprender a dividir, são essas as lições que devem ser levadas ao mundo adulto, e não as lições “destrutivas” que aprendemos com o mundo e que moldam a nossa personalidade, as vezes de maneira errada.
Um exemplo: Um pai não pode deixar passar como corretas, certas atitudes de um filho, como o modo agressivo de responder, usando a justificativa de que a personalidade dele é assim. Os modos dele que se tornaram assim. E tais modos, são corretos? Fará bem ao próximo e até mesmo a ele no futuro?


A nossa personalidade pode viver em constante mudança por causa do externo, da vida cotidiana fora de casa, fugindo aos nossos princípios. Ela deve ser sempre revista e não usada como justificativa para atos errados.

Como resolver

Além da dica acima, veja esse texto curto:



Lily.


Um comentário:

  1. Bom... é lógico que "ser como é" não justifica um ato errado né, mas a pessoa deve ter em mente que toda ação tem uma reação. As vezes, por exemplo, o fato de alguém não querer companhia, é justificável sim.
    Como tudo na vida, nada é regra, há exceções...
    No mais, sinceridade e foco é o que faz a vida! :D

    http://minhacabecablog.blogspot.com.br/

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